UGC Para Infoprodutos e SaaS: Conteúdo Autêntico Para Escalar

publicado por bloomer 12/08/2026

UGC para infoproduto é o conteúdo gravado por usuários reais mostrando como um curso, mentoria, app ou software mudou a rotina deles, e funciona melhor do que anúncio institucional justamente porque ataca o maior obstáculo desse mercado: provar valor de algo que ninguém consegue tocar antes de comprar. Um infoproduto ou um SaaS não tem embalagem, não tem cor, não tem textura. O que existe é uma promessa de resultado, e é aí que o UGC entra: transformando essa promessa em prova.

O problema de vender algo que não se vê

Quem vende curso online, assinatura de software ou aplicativo de produtividade conhece bem essa dor: o produto some no meio do processo de decisão. Ele vira uma tela, um dashboard, um módulo de vídeo. Difícil de fotografar bem, difícil de resumir em um carrossel bonito.

É por isso que o vídeo de um aluno mostrando a planilha que ele finalmente conseguiu organizar, ou de um usuário narrando “eu testava três apps diferentes e nenhum resolvia isso” antes de chegar no seu SaaS, converte mais do que qualquer motion graphic caro. A pessoa do outro lado da tela não está comprando uma interface. Está comprando a versão dela mesma seis meses depois, com o problema resolvido. UGC para SaaS funciona quando mostra esse antes e depois de forma crua, sem produção excessiva.

O que muda entre UGC de produto físico e UGC de infoproduto

Com produto físico, o creator segura o item, mostra a textura, faz o unboxing. Com infoproduto e SaaS, o “produto” é intangível, então o roteiro precisa migrar do objeto para o processo. Alguns formatos que funcionam bem nesse cenário:

  • Screen recording comentado: o creator grava a própria tela usando o SaaS, narrando as dúvidas e “ahá” momentos em tempo real.
  • Antes e depois de rotina: como era a semana de trabalho antes do app e como ficou depois, com números concretos (horas economizadas, tarefas automatizadas).
  • Reação ao conteúdo do curso: o aluno reagindo a um módulo específico, contando o que aplicou no dia seguinte.
  • Objeção respondida: um creator que tinha a mesma dúvida do público-alvo (“achei que fosse complicado demais”) e mostra como foi na prática.

Esse tipo de criativo é o que aparece com frequência em estratégias de ugc no funil de vendas, porque cada formato serve a uma etapa diferente da jornada, do topo, quando a pessoa ainda nem sabe que tem esse problema, até o fundo, quando ela só precisa de um empurrão final antes de assinar.

Tabela: formato de UGC por estágio e objetivo

Vale mapear qual formato conversa melhor com qual momento da decisão de compra. Isso evita usar um vídeo de depoimento denso em quem está no topo do funil, quando o que ele precisa é de curiosidade, não de prova social pesada.

Estágio do funilFormato de UGC recomendadoObjetivo principal
Topo (descoberta)Reação/objeção respondida, tom leveGerar identificação e curiosidade
Meio (consideração)Screen recording comentado, comparação de “antes eu usava X”Mostrar como o produto resolve na prática
Fundo (decisão)Depoimento de resultado com númerosReduzir a última hesitação antes da compra
Pós-venda (retenção)Tutorial rápido feito por usuário avançadoReduzir churn e aumentar uso

Como estruturar um briefing de UGC para SaaS e infoproduto

Não dá pra simplesmente pedir “grave um vídeo falando bem do produto” e esperar autenticidade. O roteiro precisa ter gancho, contexto e prova, nessa ordem:

  1. Defina qual objeção específica o vídeo vai atacar (preço, complexidade, tempo de implementação, resultado incerto).
  2. Escolha um creator que já usou (ou vai usar de verdade) o produto, e não apenas alguém lendo um roteiro pronto.
  3. Peça um gancho nos primeiros três segundos, geralmente uma frase de dor (“eu perdia duas horas por dia fazendo isso manualmente”).
  4. Deixe espaço para a demonstração real: tela do app, print do resultado, trecho do curso.
  5. Termine com o resultado concreto, não com “recomendo muito” genérico.

Esse tipo de UGC para app costuma performar melhor quando o creator grava a própria experiência de instalação e primeiro uso, porque é exatamente o momento de fricção que o público que está decidindo também vai enfrentar.

Onde usar esses criativos além do anúncio

Um erro comum é produzir UGC só para rodar em anúncio pago e esquecer o resto da jornada. Vale reaproveitar em:

  • Página de vendas, como prova social ao lado do preço ou da oferta.
  • E-mail de nutrição, principalmente no meio do fluxo, quando o lead já demonstrou interesse mas ainda não decidiu.
  • Onboarding do próprio produto, mostrando um usuário real passando pelos primeiros passos.
  • Stories e comunidade, para reforçar prova social contínua e não só em campanha.

Marcas que já entenderam isso tratam UGC como conteúdo perene, não como criativo descartável de campanha. Esse é, aliás, um dos pontos centrais de qualquer discussão sobre se vale a pena ugc: o retorno não vem só do CTR do anúncio, vem do reaproveitamento em múltiplos pontos de contato.

Erros que reduzem o resultado

Alguns tropeços aparecem com frequência em briefings de infoproduto e SaaS. O primeiro é pedir um roteiro engessado demais, que soa como propaganda de TV dos anos 90. O segundo é escolher creators sem nenhuma afinidade com o nicho — alguém que nunca usou ferramenta de produtividade dificilmente vai gravar uma reação convincente sobre ela. O terceiro, talvez o mais caro, é não testar variações: um único vídeo, ainda que bom, esgota o público rápido quando o CAC já está apertado.

Uma marca que testa três ou quatro ângulos diferentes de objeção (preço, tempo, complexidade, resultado) quase sempre encontra um vencedor que os outros formatos de anúncio não capturariam.

Como a Bloomer conecta marcas de infoproduto e SaaS a creators

A Bloomer é a primeira plataforma de UGC do Brasil, e no caso de infoproduto e SaaS isso significa conectar quem vende curso, assinatura ou app a creators que já entendem esse tipo de produto: gente acostumada a gravar tela, testar funcionalidade e explicar em linguagem simples o que um dashboard complexo resolve. Isso evita o retrabalho de brifar do zero alguém sem repertório nenhum sobre software ou educação online.

Se você quer estruturar isso na prática, o caminho mais rápido é abrir um briefing na plataforma de UGC da Bloomer e detalhar qual objeção do seu funil precisa de reforço agora.

Perguntas frequentes

UGC funciona para produtos que não têm nada físico, como um curso online?

Funciona, e às vezes funciona melhor do que para produto físico, porque o gancho não é a embalagem, é a transformação. Vídeos mostrando o “antes” da rotina do aluno e o resultado depois do curso tendem a converter bem no fundo de funil.

Quanto custa produzir UGC para SaaS?

O valor varia bastante conforme escopo, número de creators e formato (screen recording tende a custar menos que um depoimento com produção mais elaborada). Como faixa ilustrativa, negociações costumam considerar quantidade de vídeos e direitos de uso ao fechar o valor, então vale sempre pedir um orçamento personalizado.

UGC substitui o suporte de vendas ou onboarding?

Não substitui, complementa. Um vídeo de usuário mostrando os primeiros passos reduz atrito, mas o time de suporte continua essencial para dúvidas específicas e casos de uso fora do padrão.

Dá pra usar o mesmo UGC em anúncio e na página de vendas?

Dá, e é recomendado. O criativo que performa bem no anúncio geralmente também reforça prova social na página, desde que o corte respeite o contexto de cada canal.

Como saber se o UGC está gerando resultado de verdade?

Acompanhe CTR e hook rate nos primeiros segundos do anúncio, mas também observe se o conteúdo aumentou conversão na página de vendas e reduziu tickets de suporte no onboarding, sinais indiretos que também contam.

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Quer testar UGC para o seu infoproduto ou SaaS? Abra um Briefing Marca na Bloomer e encontre creators que já entendem o seu tipo de produto.